Não
somos contra publicidade ruim.
Somos
contra publicidade errada.
Pensando
bem, somos contra
a
publicidade ruim também.
Bom, as vezes nem a gente
concorda.
Mas sempre com humor! |
Procurando Mico
Eu entendo perfeitamente como pode ser difícil e conflituosa a relação entre o cliente e uma agência, e sei que há muito mais entre a criação e a veiculação do que pode-se imaginar pela campanha produzida. Mas como sempre ressaltamos, não estamos aqui para perguntar "porquê"?, e sim para comentar peças que sejam ruins, por um motivo ou por outro.
É o caso da vasta e amplamente divulgada campanha da Almap/Bbdo para a H20H!, da Pepsi. A peça para tevê nada mais é do que uma apropriação (indébida e descrédita) de uma cena do filme Procurando Nemo (confira a descrição da cena clicando aqui, e também no site da Almapp/Bbdo, no cliente Pepsi) Havendo dúvidas, a mídia impressa da mesma campanha só reafirma a acusação (e ilustra este texto). Fica parecendo que imaginaram assinar com a Disney/Pixar liberando os personagens, mas, na falta de acordo, fizeram um plagiozinho e tá por isso mesmo, uma coisa assim meio SBT.
Qualquer que seja o motivo, a campanha está aí nas ruas e é, ao meu ver, um mico. Não tira o mérito da mesma agência da criação dos simpáticos limõezinhos da Pepsi Twist (uma idéia muito melhor que o refrigerante...), mas é um mico.

Escrito por
Bruno Motta
às
11h59
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Não Matem a Suzana Vieira!
Suzana Vieira é sinônimo de mulher moderna, é a super dona de casa. A mulher usa dentadura e ninguém percebe, porque lógico, ela cola com Corega. Escolhe os melhores eletrodomésticos da loja, lava a roupa com Sabão Ipê e até faz cocô na hora certa. Claro, ela toma Activia. O Gilberto Braga não devia ter matado essa mulher na novela. Ao que parece, todo mundo se identifica com ela. Tô falando, esqueçam a irmã gêmea da Alessandra Negrini e tragam a irmã gêmea de Suzana Vieria.
Duvidar porquê? Amaciante é Ipê.
Gente, ela até canta!
Escrito por
Bruno Motta
às
15h12
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Os comentários deste último post me lembraram muito o personagem de Francisco Milani na Escolinha do Prof. Raymundo. Um defensor da campanha (acho digno que a discussão neste blog seja ampla e que se defenda os comerciais que criticamos, lógico. Todo réu tem defesa), assim denominado sr. A (veja bem que não resolveu se assumir...) observa que a mulher não é nem namorada nem amada, e sim, 'gata' do cara. Tá bom. Ele prossegue dizendo que ela afirma ser a dona da voz e só isso, que não é como se ela falasse o tempo todo.
Não me venha com chorumelas, dr. A!
Minha observação é clara: ela nao diz nem que FEZ aquela voz. Veja bem. Ele pergunta sobre o trabalho dela e ela diz "eu FAÇO aquela voz". Dá a entender que esse é o trabalho dela. Que ela FAZ isso, ela não fez e pronto.
A propaganda é ruim, minha Santa Clara, é dificil de admitir? A campanha do coronel Tutchenko da Net é boa, essa é da Embratel é ruim. Simples assim. Acontece nas melhores famílias, e esse blog existe por isso!
E ponto, e pronto.
Escrito por
Bruno Motta
às
17h00
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Ao Vivo da Terra da Fantasia
E agora tem a propaganda da Embratel onde o cara perdeu a paciência por não ter suas ligações completadas. Ele muda pra operadora e faz uma ligação pra sua amada. Ah, mas que pena, ela é a mulher que faz aquela voz "sua ligação não pode ser completada". Veja bem, ela é a mulher que FAZ essa voz. Ela não FEZ a voz. Esse é o emprego dela, ela afirma (o cenário é de um escritório. Ainda se fosse um estúdio de gravação, eu deixava passar!) e o cara desliga o telefone traumatizado, coitado.
Eu queria saber desde quando vale uma abordagem realista da publicidade onde constam empregos fictícios - lógico, eu também queria saber quem se identifica com empregos que não existem. Vai ver esse era o alvo da propaganda, o público masculino com idade entre 25 e 45 anos que namoram mulheres muito mentirosas. Daqui a pouco vai ter testemunhal de remédio feito de lágrima de fada. Ouvi dizer que cura enxaqueca e falta de dinheiro. Quem tiver coragem de lançar vai ganhar um dinheiro...
Escrito por
Bruno Motta
às
18h56
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